Seu país é {pais}?
Do registro do paciente ao envio das imagens para o PACS, num aparelho de ressonância magnética simulado. Cada exame encerrado é avaliado e fica registrado para o instrutor acompanhar.
Quatro materiais que se completam. O relatório de cada exame aponta o que estudar de novo.
Por que cada parâmetro muda a imagem, com demonstrações em que o aluno mexe no valor e vê o efeito.
O fluxo do console etapa por etapa, com um guia em vídeo para a primeira sessão.
O exame inteiro, com paciente que se mexe, se cansa da apneia e aciona a pera, e com emergências.
Vinte e três critérios, cada achado com causa e explicação, e o histórico de cada aluno no painel.
A revisão e a física não são texto corrido: cada conceito tem uma demonstração com controles, e o resultado aparece na hora.
As etapas aparecem na barra superior do console e podem ser abertas em qualquer ordem, mas as travas do sistema seguem a sequência: sem posicionamento concluído não há aquisição, e sem aquisição não há séries para revisar ou enviar. O protocolo vem antes do posicionamento porque é ele que determina a bobina — num console real o pedido chega pela worklist com o procedimento, e o técnico confere protocolo e bobina antes de entrar na sala.
O critério não é ter o mesmo botão. É a decisão que o operador toma aqui ser a mesma que tomaria no equipamento, e o erro custar o mesmo.
Cada um destes é explicado em detalhe no manual do operador.
O simulador é fiel na operação, nas contas de planejamento e no contraste: a sequência de decisões, os bloqueios de segurança, os números que aparecem antes de você apertar iniciar e o brilho de cada tecido na imagem saem de fórmulas com as mesmas proporcionalidades do equipamento real. O que ele não faz é reconstruir um exame a partir do sinal físico: o espaço k é preenchido a partir de uma imagem sintética do corte, não de spins codificados, e a anatomia vem de atlas rotulados e de modelos procedurais, não do paciente examinado. Abaixo, o que fica em cada nível.
Por família de capacidade, contra o que os quatro grandes fabricantes — Siemens, GE, Philips e Canon — oferecem em comum nesse nível. Nomes de produto aparecem só quando o recurso é conhecido por eles; a comparação não é item a item contra nenhum equipamento específico.
| Família | Console comercial | O simulador | Veredito |
|---|---|---|---|
| Worklist | DICOM Modality Worklist do RIS, paciente de emergência, fusão de registros. | Worklist simulada com accession, indicação, médico solicitante e prioridade. Sem paciente de emergência. | Coerente |
| Árvore de protocolos | Árvore hierárquica por região e equipamento, protocolos do serviço, versionamento, arrastar sequências entre exames. | Lista plana de doze regiões com biblioteca de noventa e um programas e inserção posicionada no exam card. | Simplificado |
| Prescrição gráfica | Prescrição sobre três localizadores simultâneos, alinhamento automático à anatomia (AutoAlign, SmartExam), cópia de referência entre séries, rastreamento. | Prescrição sobre localizador sagital e coronal, com checagem de deslocamento, angulação e cobertura contra a referência da região; cópia de geometria para as sequências 2D. | Coerente |
| Ajustes automáticos | Frequência, ganho do transmissor, ganho do receptor, shim de ordem superior, seleção de elementos da bobina. | Frequência, transmissor e shim de volume automáticos, mais checagem de elementos; seleção de elementos e ganho do receptor ajustáveis à mão. Sem shim de ordem superior nem seleção automática. | Simplificado |
| Sincronismo fisiológico | ECG, pulso periférico e cinta respiratória; atraso de disparo, janela de aceitação, rejeição de arritmia, navegador diafragmático. | ECG, pulso periférico e navegador respiratório, com atraso de disparo, janela de aceitação e rejeição de arritmia — janela estreita perde mais batimentos quando o ritmo é irregular. Sem cinta respiratória. | Coerente |
| Injetor de contraste | Volume, vazão, salina, atraso; bolus de teste e rastreamento de bolus (CARE Bolus, SmartPrep, BolusTrak). | Volume, vazão, salina, atraso, bolus de teste que mede o tempo de circulação, rastreamento que dispara a série na chegada do contraste, e bloqueio por TFG abaixo de 30. | Coerente |
| Aquisição em tempo real | Ajuste de plano, TR e ângulo durante a aquisição; fluoroscopia para disparo manual de angiografia. | Ausente. A aquisição corre até o fim ou é interrompida. | Lacuna |
| Reconstrução | Reconstrução por aprendizado profundo com nível de denoise ajustável (AIR Recon DL, Deep Resolve, SmartSpeed, AiCE); aceleração por compressed sensing. | Nível de reconstrução por IA como parâmetro, com ganho de sinal-ruído e nitidez aparente contra tempo de processamento, e aviso no nível alto por suavizar ruído de forma agressiva. iPAT como aceleração linear. Sem rede neural real nem compressed sensing. | Simplificado |
| Pós-processamento | MPR, MIP, subtração, mapas de ADC, perfusão e fusão, com parâmetros e resultado real. | As quatro tarefas existem com parâmetros de espessura, incremento e rotação, mas produzem uma série derivada esquemática. | Simplificado |
| Visualização | Visualizador DICOM completo, presets de janela, protocolos de exibição, estatística de ROI. | Sete ferramentas — janela, zoom, pan, distância, ROI, ângulo e cine — em grade configurável. | Simplificado |
| Envio e documentação | C-STORE para PACS, impressão, registro do exame, relatório estruturado. | Transferência simulada para PACS e impressora. | Simplificado |
| Segurança de RF | Modo normal, First Level e Second Level; B1+rms declarado para checagem contra a ficha de implantes MR Conditional; modelo de estimulação nervosa. | Normal e First Level com bloqueio a 4,0 W/kg; dB/dt com limite de 100 T/s; B1+rms calculado e checado contra a ficha do implante, com modo de implante que aplica os limites da ficha. Sem Second Level. | Coerente |
| Bobinas | Detecção automática, seleção de elementos, combinação de bobinas, montagens mistas. | Nove bobinas com escolha manual e conexão por porta; elementos ligados e desligados com penalidade de sinal-ruído por cobertura incompleta, e ganho do receptor ajustável. Sem detecção automática nem combinação entre bobinas diferentes. | Simplificado |
| Emergências | Botão de quench, parada de emergência, pera do paciente, monitoração. | Cinco incidentes com procedimento passo a passo, sorteio durante a aquisição e consequências no estado do sistema — mais cinco incidentes adicionais pelo painel do instrutor. | Vai além |
| Comportamento do paciente | Não existe. O paciente é real. | Movimento, ansiedade, conforto, tolerância a apneia e chamada pela pera, evoluindo com o que o operador faz. | Vai além |
| Avaliação do operador | Não existe. O console não avalia quem o opera. | Vinte e três critérios no relatório de encerramento, cada achado com causa e explicação física, diário das decisões da sessão e painel de desempenho com o histórico de cada aluno. | Vai além |
Enquanto outros simuladores de ressonância buscam fidelidade de imagem, o ELARION busca fidelidade na aquisição: o que o operador planeja, decide e faz durante o exame real. A geometria planejada muda o corte, a injetora e o paciente reagem, e o instrutor pode provocar incidentes.
| O que o aluno treina | ELARION | CorsmedSIMULAÇÃO FÍSICA | CLMRISÉRIES GRAVADAS | ScanLabMRLABORATÓRIOS DE PARÂMETROS |
|---|---|---|---|---|
| A geometria planejada muda a imagem | SimCortes gerados do volume 3D na posição, espessura e ângulo planejados | SimImagem simulada a partir da anatomia, segundo o fabricante | NãoMudar espessura ou ângulo devolve a mesma série gravada | ParcialA página diz que o aluno vê os cortes que a prescrição produziu |
| Injetora de contraste | SimTeste de linha, bolus, dose por peso e bloqueio por TFG | NãoNão aparece no material público | NãoNão identificada | NãoNão aparece na página |
| Paciente e ambiente que reagem | SimMovimento, ansiedade, apneia, pera, ECG e SpO2; quench e criostato | ParcialMovimento e artefatos na imagem, sem sinais vitais ao vivo | Não | Não |
| O instrutor provoca incidentes durante o exame | SimPainel do instrutor numa segunda tela, com incidentes disparados ao vivo | NãoTurmas e avaliação num LMS; o instrutor não interfere no exame | Não | NãoRelatórios de turma e horário com instrutor; sem intervenção no exame |
| Segurança e emergências | SimSAR, dB/dt, ficha de implante e quench com procedimento cobrado | ParcialSAR calculado na aquisição | NãoSem SAR nem emergências identificados | ParcialQuestionário de segurança antes do exame; sem SAR nem emergências |
| O exame inteiro, do RIS ao PACS | SimWorklist, registro, posicionamento, prescrição, viewer e envio | ParcialPaciente, prescrição e protocolos; pouco de RIS e PACS | ParcialCadastro, fila, viewer e filme, sem worklist | NãoTreina o planejamento de cortes à parte; registro e PACS não aparecem |
| Formação da imagem | ParcialContraste por equações de sinal; dobra, desvio químico e movimento pelo espaço k | SimSimulação física a partir da anatomia, segundo o fabricante | NãoSérie DICOM gravada, a mesma para qualquer parâmetro | ParcialLaboratórios de contraste e de resolução; a página não diz como a imagem é formada |
Com base no material público da Corsmed (setembro de 2026), do ScanLabMR e do CLMRI (outubro de 2026). As marcas pertencem aos respectivos donos.
Cada exame avaliado entra no painel, e o instrutor pode disparar incidentes durante o exame.
Começar pela revisão de radiologia: ela é pré-requisito do manual e explica o porquê dos números que o console pede para conferir, em diversas demonstrações ricas e interativas. Depois o manual do operador, que descreve o fluxo passo a passo. Só então o console.
Cada exame encerrado entra no painel de desempenho, onde o instrutor acompanha a evolução de cada aluno e da turma. O console foi desenhado para tela larga — a partir de 1480 px de largura ele aparece inteiro, sem rolagem horizontal — e o áudio da sala e do intercom pede caixas de som ou fone.
O console foi feito para tela larga, a partir de 1480 px, com som para o intercom. O material de estudo abre em qualquer tela.
Material de treinamento. O fabricante, o equipamento, os pacientes e os exames são fictícios. O simulador não substitui treinamento supervisionado em equipamento real e não deve ser usado para decisão clínica.