IMAGIX
IMAGIX · MRI SIMULATOR

Um console de ressonância magnética para treinar sem equipamento

Do registro do paciente ao envio das imagens para o PACS, num aparelho de ressonância magnética simulado. Cada exame encerrado é avaliado e fica registrado para o instrutor acompanhar.

Console do simulador na etapa de exame, num crânio de rotina: à esquerda o cartão de exame com as sete sequências do protocolo, ao centro os três localizadores — sagital, axial e coronal — com o grupo de cortes prescrito sobre o encéfalo e as linhas que marcam onde cada painel está nos outros dois, no quadrante inferior direito a imagem em aquisição, à direita os parâmetros e o monitor com SAR, dB/dt, ruído acústico e o traçado do eletrocardiograma.
Menos de um minuto: o que o simulador faz, e como se opera um exame nele.
COMO O ALUNO APRENDE

Entender, operar, praticar e corrigir

Quatro materiais que se completam. O relatório de cada exame aponta o que estudar de novo.

  1. Demonstração da revisão: curvas de recuperação e decaimento com TR e TE
    1 · ENTENDER

    Revisão e Física da RM

    Por que cada parâmetro muda a imagem, com demonstrações em que o aluno mexe no valor e vê o efeito.

  2. Manual do operador com as sete etapas do exame
    2 · OPERAR

    Manual do operador

    O fluxo do console etapa por etapa, com um guia em vídeo para a primeira sessão.

  3. Console do simulador na worklist, com os pacientes do dia
    3 · PRATICAR

    Console

    O exame inteiro, com paciente que se mexe, se cansa da apneia e aciona a pera, e com emergências.

  4. 4 · CORRIGIR

    Relatório do exame

    Vinte e três critérios, cada achado com causa e explicação, e o histórico de cada aluno no painel.

DEMONSTRAÇÕES INTERATIVAS

A física que o aluno pode mexer

A revisão e a física não são texto corrido: cada conceito tem uma demonstração com controles, e o resultado aparece na hora.

Demonstração da revisão: curvas de recuperação e decaimento com TR e TE
TR e TE decidindo o contrasteArraste o TR e o TE nas curvas de recuperação e decaimento e veja a imagem resultante mudar de T1 para T2.
Demonstração: a magnetização girando ao redor do campo, com a frequência de Larmor
A magnetização gira ao redor do campoTroque 1,5 T por 3,0 T e a frequência de Larmor acompanha.
Árvore interativa: o que você quer destacar na imagem
Do objetivo clínico à sequênciaO aluno parte do que quer destacar na imagem e chega à família de sequência, com o porquê de cada passo.
O EXAME

O exame, em sete etapas

As etapas aparecem na barra superior do console e podem ser abertas em qualquer ordem, mas as travas do sistema seguem a sequência: sem posicionamento concluído não há aquisição, e sem aquisição não há séries para revisar ou enviar. O protocolo vem antes do posicionamento porque é ele que determina a bobina — num console real o pedido chega pela worklist com o procedimento, e o técnico confere protocolo e bobina antes de entrar na sala.

01
Registro
Dados, checklist, bobinas
02
Protocolo
Região e parâmetros
03
Posicionamento
Laser, landmark, iso-centro
04
Exame
Prescrição e aquisição
05
Viewer
Revisão das séries
06
Pós-proc
MPR, MIP, subtração
07
Filme/PACS
Envio e encerramento
FIDELIDADE

Comparado com um console comercial, aspecto por aspecto

O critério não é ter o mesmo botão. É a decisão que o operador toma aqui ser a mesma que tomaria no equipamento, e o erro custar o mesmo.

5 coerentes 7 simplificados 1 lacuna 3 vão além de um console real de 16 aspectos comparados
O paciente responde
Um console não modela ansiedade nem conforto porque o paciente está do outro lado do vidro. Aqui, deixar de falar pelo intercomunicador tem preço mensurável na imagem, e a pera de emergência é acionada quando a ansiedade passa de um limiar.
Os incidentes acontecem
Um técnico pode passar a carreira inteira sem ver um quench. Aqui ele acontece, com o procedimento correto cobrado passo a passo, e o sistema fica sem campo depois.
O erro é explicado
O relatório final não diz apenas o que saiu errado: diz o que seria o certo e a razão física. Um console mostra o artefato; ele não ensina por que ele apareceu.
Ver o comparativo completo, linha por linha

O que o simulador acompanha

Anatomia
Doze regiões do corpo em volumes tridimensionais, com T1, T2 e densidade de prótons por tecido.
Paciente
Movimento, ansiedade, conforto e fôlego mudam durante o exame — e aparecem no monitor da sala.
Segurança
Checklist antes de entrar, SAR e dB/dt recalculados a cada ajuste, e recusa quando passa do limite.
Parâmetros
TR, TE, matriz, FOV, turbo, aceleração: cada mudança altera tempo, SAR e a imagem que sai.
Cenários
Quinze casos, do crânio de rotina ao AVC agudo, cada um com paciente e indicação próprios.
Emergências
Cinco situações com procedimento a cumprir: objeto ferromagnético, pera, queimação, quench e parada.
Painel do instrutor
Uma segunda tela, onde o instrutor acompanha os sinais do paciente e dispara incidentes.
Relatório
Vinte e três critérios ao encerrar o exame, com a nota e o que faltou fazer.

Cada um destes é explicado em detalhe no manual do operador.

Nível de fidelidade

O simulador é fiel na operação, nas contas de planejamento e no contraste: a sequência de decisões, os bloqueios de segurança, os números que aparecem antes de você apertar iniciar e o brilho de cada tecido na imagem saem de fórmulas com as mesmas proporcionalidades do equipamento real. O que ele não faz é reconstruir um exame a partir do sinal físico: o espaço k é preenchido a partir de uma imagem sintética do corte, não de spins codificados, e a anatomia vem de atlas rotulados e de modelos procedurais, não do paciente examinado. Abaixo, o que fica em cada nível.

CALCULADO
Reage a cada parâmetro
  • Contraste da imagem, pelas equações de sinal, a partir de T1, T2, T2*, densidade de prótons e difusão de 25 tecidos
  • Geometria: o corte é amostrado de um volume, então angular a grade inclina o plano e produz um corte oblíquo de verdade — o localizador, sendo imagem já adquirida, fica parado
  • Tempo de aquisição, por sequência e do protocolo inteiro
  • SAR, com os limites de 2,0 e 4,0 W/kg da IEC 60601-2-33
  • Sinal-ruído, tamanho do voxel e efeito da intensidade de campo
  • TI que anula gordura ou líquor, recalculado para o campo em uso
  • Prescrição: centralização, angulação e cobertura do grupo de cortes
  • Dobra, suscetibilidade e movimento, cada um a partir da sua causa
  • Bandas de saturação e volume de shim, com efeito e com custo
  • Dose de gadolínio por peso e bloqueio por TFG
  • Criostato: hélio e temperatura do magneto sobem e descem por curva, no quench e no alarme comandado pelo instrutor, com recuperação
MODELADO COM SIMPLIFICAÇÃO
Comportamento plausível, não físico
  • dB/dt por heurística de bandwidth, espessura e difusão — sem modelo de estimulação nervosa
  • Paciente: quatro variáveis (movimento, ansiedade, conforto, apneia) com taxas por cenário
  • Tolerância de apneia como um teto em segundos, não como mecânica respiratória
  • Movimento como amplitude e frequência aplicadas a canais de tecido (o que respira, o que pulsa, o corpo inteiro), sem mecânica do diafragma nem deformação dos órgãos
  • Aceleração em paralelo penaliza o sinal-ruído por um g-factor heurístico — cresce com o fator e cai com o nº de canais —, sem reconstrução paralela de verdade por trás
  • Reconstrução por IA ganha sinal-ruído e nitidez aparente por um multiplicador de nível (desligada a alta), com custo em segundos de processamento somado ao TA — sem rede neural nem k-space por trás
  • Tempos de relaxação tabelados por campo, sem variação entre indivíduos
  • Elementos e canais da bobina: escolha manual altera o sinal-ruído por cobertura e combinação, sem mapa de sensibilidade espacial real por trás
REPRESENTADO, NÃO SIMULADO
Está na tela, mas é aparência
  • Espaço k preenchido a partir da imagem sintética do corte — matriz, bandwidth, dobra e movimento agem nele —, não codificado a partir de spins
  • Anatomia de atlas rotulados por região, e de modelo procedural onde não há atlas (mama em dorsal, tendão e ligamento), não do paciente examinado
  • MPR, MIP e subtração re-renderizam cortes, sem reformatar o volume que já existe para isso
  • Sem DICOM real: o envio ao PACS é uma barra de progresso, não uma transferência
  • O código de sala pareia console e painel, mas não identifica ninguém: quem está do outro lado é a conta com que a pessoa entrou
DE ONDE VÊM OS DADOS
Protocolos
Doze regiões — crânio, coluna lombar, joelho, ombro, tornozelo, punho, pelve, próstata, abdome superior, mama, cardíaco e angio — com bobina e indicação próprias. Trocar de região recarrega a fila e recalcula o tempo total.
Sequências
Sessenta e cinco sequências com parâmetros nominais de 3 T: MPRAGE sagital isotrópico de 1 mm, T2 TSE com trem de 11 ecos, FLAIR com TI de 2500 ms, DWI EPI b0/1000, SWI, STIR com TI de 180 ms, VIBE em apneia, TOF. Cada uma guarda seus valores de origem, e é contra eles que o SAR e o tempo se movem quando você edita.
Biblioteca
Noventa e um programas por trás dos doze protocolos: as sessenta e cinco sequências de rotina e mais vinte e seis alternativas, outros caminhos para a mesma pergunta clínica. STIR e Dixon suprimem gordura sem depender do shim, mas custam sinal ou tempo; a difusão de leitura segmentada reduz muito a distorção do EPI e leva de três a seis vezes mais tempo; volume 3D dispensa o grupo angulado e triplica a aquisição; a angiografia por tempo de voo dispensa o gadolínio e leva quase sete minutos contra pouco mais de um. O operador inclui o programa no exam card na posição que quiser, como na árvore de protocolos de um console real, e a sequência que já estava lá continua onde estava — apagar, ignorar ou manter as duas é decisão dele, e fica registrada no diário da sessão.
Cenários
Quinze, e cada um é um conjunto de números, não um texto: inquietação, tolerância de apneia, ansiedade inicial, presença de implante, TFG e, em dois deles, um teto de tempo — quinze minutos na claustrofobia, dez no AVC agudo. É o que faz o mesmo protocolo se comportar de forma diferente.
Monitoração
Eletrocardiograma como traçado contínuo, varrendo a tela como um monitor de cabeceira, com onda P, complexo QRS e onda T em proporção de derivação II. Traçado, número em bpm e bipe saem do mesmo gerador de batimentos, então na fibrilação atrial as espigas ficam desencontradas de verdade. Ao lado, a saturação de oxigênio, que só existe com o paciente no iso-centro — o oxímetro é de fibra óptica, porque fio de cobre dentro do magneto forma laço e queima — e que cai enquanto a apneia é sustentada.
Criostato
O quench derruba o campo e leva o criostato junto: o hélio cai de 82% a zero em doze segundos e o magneto sobe de 4,1 K a mais de 240 K, com os mostradores acompanhando ao vivo. A bobina de gradiente não aquece — trabalha em temperatura ambiente com refrigeração a água —, mas fica fora do ar com o sistema; e a sala passa a indicar oxigênio baixo, que é o risco de verdade num quench.
Imagem
Vinte e cinco tecidos com T1 por campo, T2, T2*, densidade de prótons e coeficiente de difusão, desenhados por região e plano. O brilho sai das equações de sinal; a saturação espectral deixa 12% de resíduo de gordura, e o ruído entra na proporção de 1 ÷ sinal-ruído.
Artefatos
Sete efeitos, cada um com a sua causa: fantasma de movimento na direção de fase, dobra, distorção por suscetibilidade, anatomia fora do bloco, falha da saturação de gordura, spike e zipper. Reduzir o FOV de fase abaixo do diâmetro do corpo faz a dobra surgir na imagem seguinte.
Travas
Checklist de oito itens, bobina compatível com a região, mesa no iso-centro, altura de transferência, pré-scan por sequência e confirmação de First Level. O modo guiado — ligado por padrão — transforma o checklist em requisito para iniciar a aquisição.
Relatório
O relatório de treinamento é gerado a partir do diário da sessão: cada achado traz o que aconteceu, o que seria o certo e por quê, seguido da tabela das séries com os parâmetros usados. O aluno pode exportá-lo para entregar ao instrutor, e o resultado do exame fica registrado na conta dele — é o que forma o histórico do painel de desempenho, exame a exame.
O QUE ISSO SIGNIFICA NA PRÁTICA
Serve para treinar decisão de operação: escolher protocolo, prever o custo de cada ajuste, respeitar os limites, entender por que um parâmetro muda o contraste e reconhecer o artefato pela causa. Não serve para validar um protocolo clínico, prever o comportamento de um equipamento específico ou substituir tempo de sala com supervisão.

Comparativo com consoles comerciais

Por família de capacidade, contra o que os quatro grandes fabricantes — Siemens, GE, Philips e Canon — oferecem em comum nesse nível. Nomes de produto aparecem só quando o recurso é conhecido por eles; a comparação não é item a item contra nenhum equipamento específico.

Família Console comercial O simulador Veredito
Worklist DICOM Modality Worklist do RIS, paciente de emergência, fusão de registros. Worklist simulada com accession, indicação, médico solicitante e prioridade. Sem paciente de emergência. Coerente
Árvore de protocolos Árvore hierárquica por região e equipamento, protocolos do serviço, versionamento, arrastar sequências entre exames. Lista plana de doze regiões com biblioteca de noventa e um programas e inserção posicionada no exam card. Simplificado
Prescrição gráfica Prescrição sobre três localizadores simultâneos, alinhamento automático à anatomia (AutoAlign, SmartExam), cópia de referência entre séries, rastreamento. Prescrição sobre localizador sagital e coronal, com checagem de deslocamento, angulação e cobertura contra a referência da região; cópia de geometria para as sequências 2D. Coerente
Ajustes automáticos Frequência, ganho do transmissor, ganho do receptor, shim de ordem superior, seleção de elementos da bobina. Frequência, transmissor e shim de volume automáticos, mais checagem de elementos; seleção de elementos e ganho do receptor ajustáveis à mão. Sem shim de ordem superior nem seleção automática. Simplificado
Sincronismo fisiológico ECG, pulso periférico e cinta respiratória; atraso de disparo, janela de aceitação, rejeição de arritmia, navegador diafragmático. ECG, pulso periférico e navegador respiratório, com atraso de disparo, janela de aceitação e rejeição de arritmia — janela estreita perde mais batimentos quando o ritmo é irregular. Sem cinta respiratória. Coerente
Injetor de contraste Volume, vazão, salina, atraso; bolus de teste e rastreamento de bolus (CARE Bolus, SmartPrep, BolusTrak). Volume, vazão, salina, atraso, bolus de teste que mede o tempo de circulação, rastreamento que dispara a série na chegada do contraste, e bloqueio por TFG abaixo de 30. Coerente
Aquisição em tempo real Ajuste de plano, TR e ângulo durante a aquisição; fluoroscopia para disparo manual de angiografia. Ausente. A aquisição corre até o fim ou é interrompida. Lacuna
Reconstrução Reconstrução por aprendizado profundo com nível de denoise ajustável (AIR Recon DL, Deep Resolve, SmartSpeed, AiCE); aceleração por compressed sensing. Nível de reconstrução por IA como parâmetro, com ganho de sinal-ruído e nitidez aparente contra tempo de processamento, e aviso no nível alto por suavizar ruído de forma agressiva. iPAT como aceleração linear. Sem rede neural real nem compressed sensing. Simplificado
Pós-processamento MPR, MIP, subtração, mapas de ADC, perfusão e fusão, com parâmetros e resultado real. As quatro tarefas existem com parâmetros de espessura, incremento e rotação, mas produzem uma série derivada esquemática. Simplificado
Visualização Visualizador DICOM completo, presets de janela, protocolos de exibição, estatística de ROI. Sete ferramentas — janela, zoom, pan, distância, ROI, ângulo e cine — em grade configurável. Simplificado
Envio e documentação C-STORE para PACS, impressão, registro do exame, relatório estruturado. Transferência simulada para PACS e impressora. Simplificado
Segurança de RF Modo normal, First Level e Second Level; B1+rms declarado para checagem contra a ficha de implantes MR Conditional; modelo de estimulação nervosa. Normal e First Level com bloqueio a 4,0 W/kg; dB/dt com limite de 100 T/s; B1+rms calculado e checado contra a ficha do implante, com modo de implante que aplica os limites da ficha. Sem Second Level. Coerente
Bobinas Detecção automática, seleção de elementos, combinação de bobinas, montagens mistas. Nove bobinas com escolha manual e conexão por porta; elementos ligados e desligados com penalidade de sinal-ruído por cobertura incompleta, e ganho do receptor ajustável. Sem detecção automática nem combinação entre bobinas diferentes. Simplificado
Emergências Botão de quench, parada de emergência, pera do paciente, monitoração. Cinco incidentes com procedimento passo a passo, sorteio durante a aquisição e consequências no estado do sistema — mais cinco incidentes adicionais pelo painel do instrutor. Vai além
Comportamento do paciente Não existe. O paciente é real. Movimento, ansiedade, conforto, tolerância a apneia e chamada pela pera, evoluindo com o que o operador faz. Vai além
Avaliação do operador Não existe. O console não avalia quem o opera. Vinte e três critérios no relatório de encerramento, cada achado com causa e explicação física, diário das decisões da sessão e painel de desempenho com o histórico de cada aluno. Vai além
O CRITÉRIO USADO ACIMA
Não é "tem o botão?". É se a decisão que o operador toma aqui é a mesma que ele tomaria no equipamento, e se o preço de errar é o mesmo. Um recurso pode faltar sem prejuízo, se a decisão que ele representa não existe no fluxo simulado; e pode estar presente e não ensinar nada, se o erro não custar.
O QUE ISSO SIGNIFICA
As lacunas da seção anterior importam na medida em que diminuem a fidelidade do fluxo de trabalho — não porque falte paridade de recursos com um console comercial. O produto está nestas três linhas, não nas que faltam.
ENTRE OS SIMULADORES

Compare as soluções

Enquanto outros simuladores de ressonância buscam fidelidade de imagem, o ELARION busca fidelidade na aquisição: o que o operador planeja, decide e faz durante o exame real. A geometria planejada muda o corte, a injetora e o paciente reagem, e o instrutor pode provocar incidentes.

O que o aluno treina ELARION CorsmedSIMULAÇÃO FÍSICA CLMRISÉRIES GRAVADAS ScanLabMRLABORATÓRIOS DE PARÂMETROS
A geometria planejada muda a imagem SimCortes gerados do volume 3D na posição, espessura e ângulo planejados SimImagem simulada a partir da anatomia, segundo o fabricante NãoMudar espessura ou ângulo devolve a mesma série gravada ParcialA página diz que o aluno vê os cortes que a prescrição produziu
Injetora de contraste SimTeste de linha, bolus, dose por peso e bloqueio por TFG NãoNão aparece no material público NãoNão identificada NãoNão aparece na página
Paciente e ambiente que reagem SimMovimento, ansiedade, apneia, pera, ECG e SpO2; quench e criostato ParcialMovimento e artefatos na imagem, sem sinais vitais ao vivo Não Não
O instrutor provoca incidentes durante o exame SimPainel do instrutor numa segunda tela, com incidentes disparados ao vivo NãoTurmas e avaliação num LMS; o instrutor não interfere no exame Não NãoRelatórios de turma e horário com instrutor; sem intervenção no exame
Segurança e emergências SimSAR, dB/dt, ficha de implante e quench com procedimento cobrado ParcialSAR calculado na aquisição NãoSem SAR nem emergências identificados ParcialQuestionário de segurança antes do exame; sem SAR nem emergências
O exame inteiro, do RIS ao PACS SimWorklist, registro, posicionamento, prescrição, viewer e envio ParcialPaciente, prescrição e protocolos; pouco de RIS e PACS ParcialCadastro, fila, viewer e filme, sem worklist NãoTreina o planejamento de cortes à parte; registro e PACS não aparecem
Formação da imagem ParcialContraste por equações de sinal; dobra, desvio químico e movimento pelo espaço k SimSimulação física a partir da anatomia, segundo o fabricante NãoSérie DICOM gravada, a mesma para qualquer parâmetro ParcialLaboratórios de contraste e de resolução; a página não diz como a imagem é formada

Com base no material público da Corsmed (setembro de 2026), do ScanLabMR e do CLMRI (outubro de 2026). As marcas pertencem aos respectivos donos.

PARA PROFESSORES E INSTITUIÇÕES

O instrutor acompanha cada aluno e a turma

Cada exame avaliado entra no painel, e o instrutor pode disparar incidentes durante o exame.

Como começar

Começar pela revisão de radiologia: ela é pré-requisito do manual e explica o porquê dos números que o console pede para conferir, em diversas demonstrações ricas e interativas. Depois o manual do operador, que descreve o fluxo passo a passo. Só então o console.

Cada exame encerrado entra no painel de desempenho, onde o instrutor acompanha a evolução de cada aluno e da turma. O console foi desenhado para tela larga — a partir de 1480 px de largura ele aparece inteiro, sem rolagem horizontal — e o áudio da sala e do intercom pede caixas de som ou fone.

PRIMEIRA SESSÃO — CAMINHO CURTO
Abra na worklist o exame de Maria Aparecida (paciente fictício), crânio de rotina, marque todo o checklist, confirme o protocolo de crânio, avance a mesa até o iso-centro, rode o pré-scan, adquira o localizer e uma sequência T2, envie ao PACS e encerre o exame — é o encerramento que gera a nota e o relatório. São cerca de dez minutos e cobrem o ciclo inteiro. Depois, na segunda passada, suba o TE da T2 e veja o contraste virar, ou troque o campo para 1,5 T no menu da marca e acompanhe o SAR cair. O manual do operador descreve cada passo em detalhe.

Roda no navegador, sem instalar nada

O console foi feito para tela larga, a partir de 1480 px, com som para o intercom. O material de estudo abre em qualquer tela.

Aviso

Material de treinamento. O fabricante, o equipamento, os pacientes e os exames são fictícios. O simulador não substitui treinamento supervisionado em equipamento real e não deve ser usado para decisão clínica.